Employer Branding - 10 passos para fortalecer sua marca empregadora



A marca empregadora ou Employer Branding é uma indentidade de uma empresa, uma mistura da missão, visão, cultura e personalidade para atrair, reter e manter os colaboradores. Separei este artigo da Forbes que nos mostra 10 passos para fortalecer sua marca empregadora.

"Mudanças culturais como as que testemunhamos na relação macro empregador/empregado não acontecem com frequência. A ruptura permanente e mundial da dinâmica do poder era inevitável após a turbulência do mercado, a economia gig, o movimento criador, a pandemia, um paradigma de retorno ao trabalho desajeitado, muitos casos de agitação social e muito mais nos últimos anos."
 

 

 

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Um negócio familiar é a ligação de dois âmbitos da vida, a família e o negócio.



Um negócio familiar é a ligação de dois âmbitos da vida, a família e o negócio. Quando se trata de empresas familiares é na convivência que se cria pequenos detalhes que pode prejudicar os negócios. Trouxe este artigo que nos mostra como é a perpetuidade nas empresas familiares. Vale a pena ler!


"Há tempos virou consenso a importância e a pujança dos negócios familiares, assim como sua vulnerabilidade e o aumento do grau de mortalidade, principalmente por questões de relacionamento e transições geracionais mal conduzidas.

A empresa familiar guarda algumas peculiaridades, em especial quanto às dinâmicas comportamentais, que não podem ser capturadas por indicadores econômicos e financeiros. Serão percebidas neles, sim, mas como sintomas, sem que se dê a necessária visibilidade às causas."
 

 

 

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'Foque em seus pontos fortes'



Qualquer pessoa que queira cultivar uma mentalidade de sucesso nos outros precisa olhar para si mesmo. Vim compartilhar este artigo da Forbes que nos mostra que conhecer nossas fraquezas é um passo para o sucesso.

"'Foque em seus pontos fortes' tem sido o mantra da última década quando se trata de subir na carreira. Embora esse seja um bom conselho, focar apenas nos seus pontos fortes pode criar um desequilíbrio no seu desempenho no trabalho.

Digamos que sua força seja a colaboração, mas sua fraqueza é a autopromoção. Enquanto você se concentra em ser um bom membro na equipe, você pode não conseguir a promoção que queria porque não melhorou essa outra habilidade."

 

 

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A nossa marca empregadora é extremamente importante no mercado de trabalho



"Gerenciar sua marca de empregador é certamente importante em um mercado de trabalho apertado, mas a verdade é que ela deve ser gerenciada e influenciada proativamente em todos os momentos; a importância da sua marca empregadora não pode ser subestimada. De acordo com a Glassdoor, 92% dos funcionários considerariam mudar de emprego sem aumento salarial se a oportunidade fosse em uma empresa de excelente reputação. Além disso, descobriu que até 86% dos candidatos a emprego dizem que não considerariam trabalhar para uma empresa com má posição social."

 

 

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A mudança de mentalidade é algo extremamente necessário para o crescimento e muitas vezes é negligenciada pelos líderes.



"A prática consistente é a base da inovação e do desempenho de elite. Essa é a base da abordagem de Bhavik Modi para soluções de coaching e desenvolvimento como diretor da BTS , uma consultoria especializada no lado humano da estratégia.

Modi vê essa relação prática-desempenho como invertida no mundo corporativo, com a maioria das pessoas executando tarefas muito mais do que estão aprendendo ou praticando. O difícil é que muitas vezes há muito pouco tempo para se dedicar à prática. Mas as pessoas aprendem melhor fazendo, de acordo com Modi, e isso inclui habilidades sociais e mudanças de mentalidade também."

 

 

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Como enfrentar os desafios na hora da sucessão empresarial



"A sucessão empresarial é um dos maiores desafios que uma empresa familiar enfrenta ao longo de sua história. Independente do porte e do setor de atuação, é fato que toda empresa com este perfil passará por ao menos um processo sucessório. E é de fundamental importância que este processo seja conduzido com planejamento, critério e estrutura, a fim de garantir uma transição eficiente, com os menores prejuízos possíveis à organização.

É preciso considerar todo o cenário. A passagem do bastão é um momento delicado por que, em outras palavras, o que está sendo transferido é o legado do fundador. Uma organização bem sucedida nasce de um propósito. Ao criar o negócio do zero e dedicar sua vida à empresa, muitas vezes o fundador sacrifica sua vida pessoal em favor da vida profissional e, não raro, pode misturar essas duas esferas. É bastante comum vermos esta 'confusão' inclusive com relação ao caixa da empresa, que passa a atender às obrigações do negócio e também às necessidades financeiras da família."

 

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Como os CMOs podem desempenhar um papel fundamental no Employer Branding



"Employer branding – construir uma marca direcionada aos funcionários para atrair e reter talentos – está no topo da agenda do CEO. E dada a experiência nativa que os profissionais de marketing têm na construção de marcas, não há grupo mais adequado para contribuir significativamente com essa iniciativa do que os profissionais de marketing, em conjunto com a gestão de pessoas e a experiência dos funcionários da organização. Os CMOs concordam com a criticidade da marca do empregador – é sua prioridade número um , de acordo com a Pesquisa de Pulso de CMO de Marketing B2C do segundo trimestre da Forrester, 2022.

Reconhecendo a necessidade urgente de os profissionais de marketing adotarem a marca do empregador e percebendo que a maioria tem pouca ou nenhuma experiência nisso, nossa equipe da Forrester aproveitou a oportunidade para fornecer orientação. Analisamos a pesquisa existente e conversamos com vários especialistas em marca de empregador, CMOs que embarcaram nessa jornada, agências que os ajudaram no caminho e acadêmicos que estão moldando essa disciplina. Os resultados do nosso trabalho estão no primeiro relatório de marca do empregador: Employer Branding é a nova fronteira do marketing."

 

 

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Como construir uma marca empregadora forte que atraia os melhores talentos



"Em meio à 'Grande Demissão', uma marca empregadora forte pode fazer toda a diferença para as empresas que desejam atrair e reter os melhores talentos. Os funcionários de hoje querem a oportunidade de crescer e prosperar em um ambiente que apoie seu bem-estar. Para mostrar aos possíveis candidatos que sua empresa oferece isso e muito mais, você precisará desenvolver e promover mensagens que digam a eles o que você é.

Desde humanizar sua marca até destacar funcionários nas mídias sociais, há muitas maneiras de construir e compartilhar sua marca de empregador. Abaixo, 15 membros do Forbes Communications Council fornecem suas melhores dicas para empresas que desejam atrair os melhores funcionários em potencial e manter os A-players que têm agora."

 

 

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Futuro do trabalho: 18 tendências que irão mudar nossa realidade



"A pandemia condensou, em menos de dois anos, mudanças que estavam previstas para acontecer ao longo da próxima década. Foi assim com o desenvolvimento científico e vem sendo assim com o trabalho e a tecnologia. Amy Webb, uma das principais futurólogas do mundo, trouxe algumas dessas previsões em seu aguardado relatório, apresentado nesta semana no evento de tecnologia South by Southwest (SXSW), que acontece em Austin, Texas, até domingo (20).

Algumas das tendências que a pesquisadora citou já são realidade em alguns mercados e países – Brasil incluído. Reunimos aqui 18 delas, coletadas por pesquisas de grandes empresas ligadas ao mundo do trabalho. A Sodexo, multinacional de benefícios com mais de 100 mil clientes e quase 6 milhões de usuários no mundo todo, aponta, em um levantamento exclusivo que, enquanto 15% dos trabalhadores do mundo todo relataram uma piora no bem-estar mental, no Brasil 30% experimentaram o problema.

Essa disparidade tem levado muitas empresas a investirem em programas de felicidade e saúde mental. Em janeiro, a gigante Ambev deu o tom, contratando uma gerente que será responsável pelas iniciativas de saúde mental da companhia – e outras estão seguindo o passo. 'A ideia é ter uma série de benefícios diferentes que deem uma rede de segurança para que o funcionário possa escolher o que vai ajudá-lo, de apoio psicológico a serviços jurídicos', diz Renato Pelissaro, diretor de marketing da Sodexo."
 

 

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Conheça 5 maneiras de sair da sua zona de conforto



'O crescimento acontece mais rápido quando você sai da sua zona de conforto. Isso se aplica à sua vida profissional e pessoal e, por isso, é importante encontrar maneiras de sair dela regularmente.

Andrea Fausett, fundadora da Mamele, fala sobre como sair da zona de conforto para maximizar seu crescimento e sucesso. Aqui estão as cinco dicas que ela compartilhou:

'Ao criar metas, pense grande. Ao progredir, pense pequeno”, aconselha Fausett. As metas fornecem algo tangível e mensurável para trabalhar, além de ser uma maneira de acompanhar seu progresso. Definir metas é uma das maneiras mais fáceis de começar a expandir seus horizontes e sair da sua zona de conforto. Grandes objetivos são o resultado final desejado, mas são os pequenos passos que você dá todos os dias ao longo do caminho que te levam até lá. Para obter os melhores resultados, comece com um objetivo e escolha três ações que você pode realizar todos os dias para trabalhar em direção a ele. “Quando você começa a ganhar impulso por meio de pequenas vitórias diárias, é aí que você verá os grandes resultados."
 

 

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8 maiores obstáculos na vida que você deve superar para ser bem sucedido



"Seja planejando um discurso público ou uma festa de aniversário infantil, nossas intenções se inclinam para o sucesso, não importa o esforço. E qualquer que seja o sucesso que esperamos alcançar, provavelmente haverá obstáculos que devemos enfrentar. Quando esses obstáculos surgem, podemos fugir e perder nossa chance ou enfrentar esses desafios informados e prontos.

Embora os obstáculos possam parecer que o mundo exterior está conspirando contra nós, na realidade, esses desafios externos estão apenas desencadeando obstáculos que já existem dentro. Podem ser memórias ou crenças que temos sobre nós mesmos que agem como lama e nos atrasam. Podemos ser presos por nossa própria auto-sabotagem.

O que poderia acontecer se você soubesse e se preparasse para esses obstáculos de antemão?

Se você soubesse o que está enfrentando, talvez pudesse vir equipado com as ferramentas certas para superar qualquer coisa que ameace sua chance de sucesso. Talvez você pudesse pegar um obstáculo que parecia uma montanha e transformá-lo instantaneamente em um mero montículo!"

 

 

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Nem hard, nem soft: precisamos falar sobre as human skills



"Durante a era de ouro das ferrovias, uma lenda americana provou a força do homem em comparação às máquinas.
John Henry era um homem de costas largas e braços poderosos, que se orgulhava de ser o melhor naquilo que fazia: furar grandes rochas com golpes de marreta para que fossem inseridas dinamites, um processo necessário na criação de túneis ferroviários. Quando um agente engravatado de uma empresa trouxe uma 'furadeira a vapor' para vender aos gestores da obra, John não pensou duas vezes: desafiou a máquina para uma disputa. Ganharia quem furasse mais durante um dia inteiro de trabalho. Certo da vitória, o agente aceitou.

A máquina trabalhava de forma feroz. Seu pistão subia e descia sem parar na montanha, abrindo buracos metodicamente. O que John não possuía de precisão era compensado com força e vigor. Em cada marretada, o peso de uma vida inteira de trabalho era depositado na cabeça da broca, ferindo a montanha e inflando o orgulho machucado de seus companheiros de trabalho. A disputa durou horas e horas e, no fim, a máquina acabou quebrando, tamanho o desgaste do trabalho. John seguiu fazendo mais furos, até se certificar de que tinha conquistado a vitória. Mas seu corpo não suportou a batalha: ali, no pé da montanha, ele morreu de pé, ainda com seu martelo nas mãos."

 

 

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Como construir uma mentalidade de sucesso para superar todos os nossos desafios atuais



"Quando você enfrenta desafios e incertezas, há dois caminhos a seguir. Uma delas é deixar-se sobrecarregar com o que está acontecendo no mundo. A outra opção é construir e cultivar uma mentalidade de sucesso.

Fomos marcados por dois anos de vida com uma pandemia. Primeiro, houve o Covid-19, seguido pelas variantes Delta e Omicron. Entre cada onda, havia uma sensação momentânea de finalmente sair desse atoleiro. Infelizmente, toda vez que parecia que havia luz no fim do túnel, era outro trem vindo direto para nós.

Agora, temos que nos preocupar com a guerra da Rússia contra a Ucrânia, e a chance dela atrair os Estados Unidos e outros países. No fundo da mente de todos está a possibilidade alarmante de um Putin desesperado apertando o botão da bomba nuclear."

 

 

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Employee Branding: 3 chaves para manter seus melhores funcionários



"No ano passado, um quarto da força de trabalho procurou um novo emprego. Isso é 1 em cada 4 funcionários com a intenção de sair.

Como sua organização se saiu durante esta Grande Demissão? Se você é como muitos, provavelmente tem alguns lugares importantes para preencher – e isso não é tarefa fácil atualmente. Mas, em vez de se concentrar tanto em atrair novos talentos, e se você se tornasse mais proativo em manter os funcionários que possui, construindo fidelidade à marca e criando uma cultura mais atraente?

Para evitar que seu pessoal saia, você precisa criar um ambiente de trabalho tão vencedor e uma experiência de equipe envolvente que seu pessoal não ousaria sonhar em sair. É aí que entra a marca dos funcionários. Mas primeiro, por que tantas pessoas estão desistindo?"

 

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Mandala



Mandalas são representações de amor e vida em muitas culturas.
Da mesma forma é a meditação.
Ambas apontam o centro.
Ambas apontam soluções.
Ambas falam à alma.
Então, resolvi me dar de presente uma mandala. Esta é a minha primeira e promete realinhar o meu centro de força. Me aguarde 2022, que lá vou eu.

 

 

Wal Ruiz

 

Especialista em comunicação organizacional

 

 

 


A cultura da sua empresa é sua melhor proteção contra a grande demissão



"Se a sua organização está enfrentando uma taxa de demissão de funcionários alarmantemente alta, você não está sozinho. Empresas em todos os lugares estão sentindo o impacto da Grande Demissão. De acordo com a Gallup,  quase metade da força de trabalho americana está agora ativamente à procura de emprego . Muitos outros funcionários estão se demitindo para iniciar seus próprios negócios ou até mesmo saindo sem outros planos em vigor.

Salários competitivos, ótimos benefícios e outras vantagens são importantes. Mas talvez a estratégia mais poderosa para reter (e atrair) funcionários seja uma marca de empregador autêntica que expresse claramente o que há de especial em sua cultura. Uma marca de empregador forte pode atrair candidatos a emprego, mas também ajuda a lembrar os funcionários atuais por que escolheram sua empresa em primeiro lugar."

 

 

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BURNOUT - Equilíbrio entre a vida pessoal e profissional: como dizer não e ainda sair vitorioso?



 

Quando leio notícias sobre o aumento de casos de síndrome de burnout, me pergunto se um executivo precisa realmente chegar a esse ponto de esgotamento mental para começar a cuidar de si mesmo. Ele não pode simplesmente dizer “basta!”, impor limites na sua agenda e deixar de tratar as exceções como rotina? Na verdade, ele não só pode como tem plenos poderes nas mãos para dar início a essa mudança.  

Recentemente, a síndrome de burnout foi reconhecida como doença crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e incluída na nova Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Sem dúvida, essa foi uma decisão importante, mas ainda são necessárias ações complementares para que certos padrões nocivos, muito comuns no ambiente de trabalho, parem de se repetir. 

Primeiro, os executivos precisam quebrar alguns tabus que eles mesmos criaram, e estão relacionados, principalmente, ao medo de serem substituídos, porque decidiram equilibrar a vida pessoal e profissional. Antes de serem diagnosticados com burnout, eles devem reconhecer que chegaram ao próprio limite. Para isso, é necessário ter autoconhecimento, que começa a se desenvolver a partir do momento em que a pessoa decide pedir ajuda. 

É um processo bastante complexo e que deve ser colocado em prática o quanto antes, para mudar tanto o dial mental da empresa quanto do profissional. Se o executivo for realmente seguro e consciente do seu potencial e da sua capacidade, vai continuar gerando lucro para a companhia, mesmo se precisar se ausentar em determinados momentos. Afinal, são eles que fazem a engrenagem funcionar. 

 

Executivos não são super-homens

Nas empresas para as quais eu presto consultoria, percebo que alguns executivos concordam com a visão de que é preciso organizar melhor a própria agenda e começar a dizer “não” para certas situações. No entanto, a grande maioria ainda está presa a um ciclo de comportamentos pouco saudáveis, que infelizmente acaba culminando na síndrome de burnout.

Quando eu abordo esse tema, não tem como deixar de pensar em exemplos dentro da minha própria casa, que é um laboratório riquíssimo de experiências. Uma das situações que eu pude acompanhar de perto, relacionada à questão de saber impor limites no trabalho, foi com o meu marido. 

No fim de 2021, ele começou a sentir uma dor de dente, mas escolheu protelar a resolução do problema, por conta de reuniões e outros compromissos da empresa. Nunca tinha tempo para ir ao dentista, apesar de eu insistir que ele marcasse logo uma consulta. Inclusive, ele conhecia um ótimo especialista, mas as agendas nunca coincidiam, porque o dentista não atendia fora do horário comercial.     

Quando ele chegou ao limite da dor, encontrou um profissional que podia atendê-lo no sábado e marcou uma consulta, mas nada resolvia o problema. No fim das contas, meu marido acabou sendo encaminhado para um hospital, onde descobriram que ele tinha um abcesso enorme e estava com uma infecção cruzada em estágio bem avançado. O resultado disso foi uma internação de três dias e, claro, afastamento total do trabalho.

Depois da alta, ele percebeu que havia tomado a decisão errada ao adiar a resolução do problema e decidiu se colocar em primeiro lugar: agendou uma consulta com o especialista que não atendia fora do horário comercial e começou um tratamento que demandou algumas horas de ausência do escritório. Ele não perdeu o emprego e a empresa não faliu por causa disso.     

 No fim das contas, o executivo só sai vitorioso quando deixa de lado a capa de super-homem e consegue dizer “não”, sempre que for necessário. A boa notícia é que essa mudança é possível. Basta que ele acredite e deixe de lado algumas crenças limitantes. Falar é sempre mais fácil do que fazer, mas é preciso dar o passo inicial e se colocar em primeiro lugar.

 

É preciso romper padrões

Os executivos que acreditam que não é possível impor limites na agenda de trabalho agem dessa forma por conta de um padrão cultural, que precisa ser rompido. Afinal, ninguém vai deixar de ser um bom executivo se estiver sempre buscando um espaço na agenda para encaixar algum outro compromisso que seja importante para sua vida pessoal. Mas por ser uma questão cultural, trata-se de um processo intrínseco ao autoconhecimento.

Por outro lado, algumas empresas acham que oferecer apenas programas de saúde mental é o suficiente, quando na verdade o que elas devem fazer fica em segundo plano. Isso quer dizer garantir aos executivos o direito a uma pausa do trabalho, quando eles acharem que estão perto do próprio limite ou já ultrapassaram a fronteira do aceitável.  

Eles precisam romper esses padrões, porque é muito coisa para lidar ao mesmo tempo. 

Na era industrial, por exemplo, exigiam comando, poder e controle dos gestores. Hoje, essas características continuam sendo demandadas, mas muitas outras habilidades passaram a ser requisitadas desses profissionais, que acabam se cobrando ao extremo para desempenhá-las com excelência. 

 

O caminho para a mudança

É preciso tornar a jornada corporativa mais leve, tanto que hoje em dia existe uma grande pressão familiar e da sociedade para que os executivos busquem autoconhecimento e se permitam. Uma pessoa que alcança o equilíbrio vai para o trabalho mais saudável, em todos os sentidos – mental, físico, emocional, espiritual e energético. E isso é tudo o que as empresas querem, porque um profissional saudável cria mais e melhor. 

No fim das contas, a chave para a mudança está nas mãos dos executivos. A partir do momento em que eles perceberem que são a força da empresa, o jogo vai começar a reverter e as companhias mudarão de atitude. Está mais do que na hora de os líderes liberarem espaço em suas agendas para o que realmente importa. 

Na maioria das vezes, o ser humano age pela dor, e não pelo amor. Para os executivos, a dor é o momento em que eles deixam de ser úteis para a empresa. O direito à licença médica remunerada por conta da síndrome de burnout não deve ser considerado um prêmio. Não deve haver moeda de troca quando falamos de saúde física e mental. Se você quiser ter uma vida mais equilibrada e saudável, tente não ir pela dor. Uma decisão errada pode custar a sua vida, literalmente. 

 

 

 

Wal Ruiz

 

Especialista em comunicação organizacional


Atrair e reter talentos pós-pandemia



"Um sentimento crescente da humanização do trabalho está fluindo neste tempo pós-traumático e poucas pessoas estão conseguindo ler esse momento de transformação comportamental. 

Profissionais da área de recursos humanos se desdobram para compreender quais mudanças precisam ser feitas para conseguir reter os poucos talentos que restaram e como conseguir atrair novos talentos para as empresas quando eles não tem mais as mesmas ambições e aspirações que tinham antes.

Justificar a perda de um bom profissional do seu time por conta da remuneração desatualizada, da tecnologia não atrativa ou porque o mercado está aquecido é uma visão curta e limitada de todas as transformações que estão acontecendo no universo do trabalho. É preciso fazer um mergulho profundo nas mudanças comportamentais da sociedade para compreender as novas prioridades e interesses das pessoas."

 

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Lições de liderança do país mais feliz do mundo



A Dinamarca é conhecida como um dos países mais felizes do mundo. Um lugar relativamente pequeno e com um povo unido. Para a empresa, é importante que os funcionários compartilhem os valores de uma cultura positiva e colaborativa. Líderes empáticos, como Zerlang, intuitivamente entendem que na nova era, você não pode esperar que as pessoas fiquem acorrentadas a suas mesas o dia todo, todos os dias. Aquele modelo das 9h às 17h está desatualizado. Mas o ambiente de trabalho moderno e híbrido, que a empresa defende, exige princípios claros de liderança, responsabilidade e meio ambiente e exige um profundo compromisso com esses princípios. Algumas das iniciativas:

-A flexibilidade requer que os funcionários possam se autogovernar. Os LogPointers são responsáveis, junto com seus gerentes, por planejar os resultados e comunicar os prazos. Para promover esse diálogo, os gerentes garantem interações frequentes com todos os seus subordinados diretos.
-Todos são responsáveis ??por garantir reuniões produtivas para que as pessoas não sintam que seu tempo é desperdiçado. Significa também respeitar as reservas de salas de reunião, partindo e parando na hora certa, ter uma agenda clara, vir preparado e contribuir e deixar as salas limpas e frescas."

 

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Por que a regra 10-80-10 é a chave para alcançar o sucesso



"A regra 10-80-10 é uma extensão do princípio de Pareto que diz que 80% da produtividade / riqueza é gerada / possuída por 20% da população. [1] Essa proporção é freqüentemente observada em várias estatísticas e estudos.

Se você quer melhorar a produtividade da sua empresa, onde deveria estar o seu foco? Com muita frequência, "as rodas que rangem recebem a graxa". Ou seja, tendemos a tentar consertar o que está mais quebrado em nossa organização (ou seja, os 10% mais pobres) antes de passarmos para o que está menos quebrado.  esses 10% são compostos de pessoas que dificilmente mudarão de tom (pelo menos estatisticamente). Você precisa se concentrar nos 80%. É aí que você terá o maior impacto e criará o maior aumento na produtividade. Os 80% não são (é claro) completamente iguais. Alguns ficarão mais próximos de qualquer uma das faixas de 10%, mas isso significa que você deve ser capaz de aumentar o tamanho de seus 10% principais para um valor próximo a 20 ou 30%."
 

 

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Positividade tóxica: animar os colegas pode prejudicar sua saúde mental



"Frequentemente, a positividade tóxica vem de alguém que acredita genuinamente que está sendo útil e encorajando alguém em perigo ou em momentos de dor. Mas, na verdade, ao fazer isso, ele desconsidera as emoções verdadeiras e legítimas do colega e, com isso, prejudicar a saúde física e mental de um indivíduo, já que suprimir emoções negativas não é saudável para nosso equilíbrio psicológico. A difusão dessa cultura, na pior das hipóteses, pode diminuir a confiança e afetar o engajamento e a produtividade.

Adotando uma abordagem mais compassiva e centrada no ser humano, em vez de combater a negatividade com positividade, você pode validar e afirmar em vez de minar a autoconfiança de alguém que está vivendo períodos difíceis."
 

 

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O que é tenacidade e como usá-la para ter sucesso



"A tenacidade é o que o faz pular da cama todos os dias. Tornar-se uma pessoa mais determinada e utilizar essa qualidade pode permitir que você tenha mais sucesso. Aqui estão quatro maneiras de usar a tenacidade que produzirão resultados mensuráveis.

1. Coloque em preparação.
2. Esteja voltado para o futuro.
3. Busque oportunidades.
4. Conheça o seu valor."

 

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Um retrato da cultura vale mais que um manual



"A cultura não nasce junto com a empresa. Ela se revela à medida que o tempo passa. Não é apenas o que faz e fala o fundador ou a fundadora. Ela é o que as pessoas entendem, praticam, agregam. Para conhecer a cultura de uma organização é preciso mergulhar nela. Não adianta tentar modificá-la de fora para dentro. Assim como não adianta tentar mudar as atitudes de uma pessoa sem entender o que as motivam e o que significam para ela.

Comportamentos, narrativas e crenças são expressões – consequências, não causas. Mais eficiente é ter a coragem de colocar a cultura diante do espelho, reconhecer suas belezas e fragilidades. Encontrar na essência os traços que a fazem ser o que é, ir mais fundo do que um julgamento maniqueísta e se apropriar da humanidade que pode levar uma empresa para frente. Comunicá-la de forma clara e intencional para que todos que são parte dela possam reconhecer, alimentar e disseminar o que faz dela única."

 

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Como superar os anticorpos corporativos e despertar o poder de inovação dentro das empresas



"A inovação se confunde com a renovação, que se caracteriza pela extensão de linha de um produto, novos sabores ou odores, novas embalagens, entre outros — mas não pela disrupção.
Já nas empresas de serviços, a inovação se faz mais presente pela natureza e necessidade da evolução do modelo de negócios. Não mudar ou tomar riscos nesse segmento pode ser, muitas vezes, o maior de todos os riscos (Yahoo! e BlackBerry são ótimos exemplos de companhias que caíram nessa armadilha).

E caso você esteja coçando a sua cabeça agora, pensando em como diferenciar uma inovação de uma renovação, eu tenho um bom teste. Simplesmente declare a sua ideia a um grupo razoável de pessoas. Caso ninguém faça nenhuma objeção, pode acreditar, você está no território do “business as usual”, ou seja, da renovação"

 

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Propriedade família e empresa: como apoiar papéis e perspectivas?



"As empresas de controle familiar lidam com questões que ultrapassam a esfera dos negócios. De acordo com pesquisa realizada pelo IBGC em parceria com a PWC, no ano de 2019, as práticas de governança – corporativa e familiar – adotadas por uma empresa afetam e são afetadas pela coesão da família e acabam por determinar como seus membros se envolvem no negócio e o conduzem no dia a dia, moldando a atuação da empresa e influenciando seu desempenho no longo prazo.

“O que ocorre é que algumas empresas, principalmente as de médio porte, ainda não têm certa maturidade em governança corporativa. Então, é necessário capacitar esses membros de famílias empresárias quanto às melhores práticas de governança, mas também a respeito das práticas em governança familiar”, esclarece Lívia Freitas, gerente acadêmica do IBGC, ao explicar a relevância da associação entre essas duas frentes."

 

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Conflito de gerações: Como superá-lo?



O conflito de gerações é um tema antigo e amplamente discutido, principalmente, no ambiente corporativo. Mas quando esse assunto vem à tona, poucas organizações têm o cuidado e a sensibilidade de observar os padrões sistêmicos que acontecem por trás do contexto de divergências. Somente com esse olhar as empresas vão conseguir compreender o porquê das discordâncias e se libertar totalmente de paradigmas limitantes.  

Antes de analisar os padrões sistêmicos, é preciso voltar ao passado para contextualizar algumas questões do presente. Eu faço parte de uma geração em que os nossos pais tiveram pouco acesso à educação, mas para eles era muito importante que os filhos conquistassem pelo menos um diploma universitário. 

Os caminhos que percorri para obter um diploma foram mais difíceis, repletos de altos e baixos, porque eu vim de uma família que não tinha posses. Ao mesmo tempo em que a minha geração aprendeu a duras penas a enfrentar os desafios da vida sem esmorecer e passou por ausências emocionais familiares, ela construiu muito, apesar de todo o sacrifício.

A partir desse contexto, começamos a criar as nossas famílias e passamos a desejar que os nossos filhos não sofressem o que sofremos. Na verdade, esse desejo ocultava uma outra vontade interna mais potente: não queríamos que os nossos filhos passassem pelas ausências emocionais que tivemos durante a nossa formação.  

Assim, para suprir as supostas ausências emocionais que não queríamos para os nossos filhos, começamos a dar coisas, seja escola de qualidade, viagens, intercâmbios, cursos, ou o que estivesse ao nosso alcance, porque esse era o caminho mais fácil. No final, criamos uma geração preparada tecnicamente, mas que não tem a menor noção do que é a vida de verdade. 

No entanto, mais cedo ou mais tarde, chega um momento em que os nossos filhos saem do ninho familiar, vão para a vida e se deparam com um gestor que tem quase o dobro da idade deles. Então, eles começam a traçar paralelos entre as figuras do líder e do pai e passam a enxergar similaridades entre esses dois agentes. É aí que iniciam os conflitos.

 

A importância do olhar sistêmico

A grande maioria das divergências entre gerações está atrelada à inteligência emocional, ou seja, as questões que as pessoas não resolvem dentro de seu sistema familiar são levadas para outras áreas da vida. Tanto que quando você lança um olhar sistêmico sobre uma determinada empresa, é possível encontrar facilmente as figuras do pai, da mãe e do filho. 

Isso acontece porque cada um está reproduzindo no trabalho os padrões que não conseguiu romper no ambiente familiar. Quando o rompimento acontece, significa que você deixou com a sua mãe e/ou o seu pai a história que pertence a cada um deles. É a partir desse ponto que torna-se possível começar a construir a própria história e evoluir. 

De maneira geral, os seres humanos aprendem por meio da dor, e nas empresas não é diferente. Muitos gestores não conseguem ter um olhar sistêmico e repetem padrões que precisam ser rompidos. Como os líderes costumam mudar apenas os atores, a situação permanece a mesma, até que o cenário fica insustentável e eles começam a buscar soluções alternativas para resolver os problemas. 

O grande desafio do olhar sistêmico é compreender, de maneira transparente, o quanto a troca entre diferentes gerações pode ser benéfica. Quando esse processo começa a ser construído e ganha relevância dentro do ambiente corporativo, as empresas saem na frente de seus concorrentes.

 

A mudança de padrões sistêmicos

Como acreditamos que tudo é um sistema, e a empresa nada mais é do que um grande sistema familiar, se você tiver questões mal resolvidas na sua família, naturalmente vai levar esse problema para o ambiente de trabalho. 

Sendo assim, para mudar os padrões sistêmicos nas organizações, primeiro, é preciso olhar para si e para tudo ao seu redor com os olhos do amor. Somente dessa forma, você conseguirá enxergar os pontos que precisam ser ajustados. 

Isso significa que é necessário olhar para o seu pai ou a sua mãe, entender o que cada um trouxe de positivo, agradecer profundamente e começar a construir a sua própria história, superando as lacunas emocionais deixadas por eles. Com isso, será possível quebrar e redesenhar uma série de padrões sistêmicos. 

No livro “Pais inteligentes formam sucessores, não herdeiros”, o autor Augusto Cury diz que as gerações mais antigas, como a minha, foram responsáveis pelo processo de construção, mas ele alerta que, se os nossos filhos não agirem como sucessores e olharem para esse mundo construído apenas como herdeiros, vão destruir tudo em pouco tempo.

Esse é o mesmo olhar que deve ser direcionado para a empresa. Quando você chega em uma determinada organização, ela já foi construída, portanto, é preciso respeitá-la e agir como um sucessor. É um processo fácil de enxergar, mas a maioria prefere focar no conflito em vez do entendimento.

O fato é que os jovens de hoje cresceram com a ideia de que tudo é muito fácil e simples, porque eles não precisaram se sacrificar para construir nada. Afinal, quando nasceram, tudo já estava devidamente construído por seus pais. As novas gerações não foram educadas para serem sucessoras, tampouco para entenderem que no ambiente corporativo a vida é diferente, repleta de desafios que precisam ser encarados com maturidade.

 

A solução para o conflito de gerações

Para resolver antigos dilemas corporativos, como o conflito de gerações, é preciso escolher um caminho novo. O PISO® (Prática Integrada e Sistêmica Organizacional), por exemplo, é uma metodologia alemã que vem apresentando resultados cada vez mais efetivos nas empresas. 

Com o diagnóstico da causa raiz do problema, conseguimos revelar fatos ocultos em cada sistema e, por meio da mediação, possibilitamos a transformação de pensamentos, atitudes e comportamentos de pessoas e organizações que se encontram em situações de conflito.

No final das contas, para solucionar a divergência entre gerações, o primeiro passo é convidar as pessoas envolvidas a olharem com amor, respeito e gratidão para os seus respectivos sistemas familiares. Depois, elas devem olhar para o sistema da empresa, que já está construído, porém, não é estático. 

Quanto mais você negar o sistema, mais vai sofrer e maior será o conflito, porque cada um estará representando um papel equivocado e ninguém vai se entender. Por isso, para ser um bom líder, não basta ter apenas maturidade cognitiva, é preciso desenvolver as inteligências emocional e espiritual. Portanto, comece a olhar para si com os olhos do amor, rompa com padrões prejudiciais e seja livre para construir sua própria história. 

 

 

 

Wal Ruiz

 

Especialista em comunicação organizacional

 


Reivindicar o que você deseja no trabalho - e na vida



 

 

"Você provavelmente já ouviu falar sobre a síndrome do impostor. Algumas pessoas têm a autopercepção de que não são tão competentes quanto os outros acreditam que sejam. É a experiência de se sentir um impostor, aliada ao medo de ser descoberto que você é uma fraude.

Uma experiência igualmente debilitante é quando outras pessoas acreditam exatamente o contrário - que você não é competente, nem digno, nem capaz.

Charlene Wheeless tem muito a dizer sobre quebrar estereótipos, derrubar barreiras e se recusar a ser ignorada, rotulada ou esquecida. Ela cresceu em um bairro da Califórnia descrito como “sinônimo de gangues, tráfico de drogas, tiroteios e sacos para cadáveres”. Com franqueza descarada, ela compartilha o trauma de ter sido abusada sexualmente quando jovem e de sobreviver ao câncer quando adulta.

Em suma, houve alguns redutores de velocidade significativos na vida de Charlene. Mas ela continua viajando. Hoje, com três diplomas universitários e credenciais empresariais impressionantes, ela teve a experiência de ser uma executiva negra em várias empresas globais líderes.""

 

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Sucessão na empresa familiar: a perspectiva dos herdeiros



"Estudo da empresa de consultoria PwC realizado em 20202 indicou que 75% das empresas familiares fecham as portas após serem sucedidas pelos herdeiros. Além disso, 44% das empresas desse tipo não têm um plano de sucessão e 72,4% não apresentam uma sucessão definida para cargos-chave como os ligados à diretoria, presidência, gerência e gestão.

Na vasta maioria dos casos que temos apoiado, é comum que tanto a geração senior (sucedida, a ser sucedida) quanto a geração junior (sucessora) parte do pressuposto que quando nasce alguém dentro de uma família empresária, ela ou ele nasce pronto para assumir num futuro adequado que nestes vastos casos, nunca chega… até que um evento, usualmente traumático ocorre.”
 

 

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Por que se tornar uma prioridade aumenta sua produtividade



 

"A sabedoria convencional gira em torno de dar mais de si mesmo aos outros sua vida do que você daria ao que deseja realizar. Você é ensinado a fazer sacrifícios e colocar suas necessidades em segundo plano, porque é assim que você se tornará uma pessoa melhor. No entanto, não se tornar uma prioridade está impedindo você de realizar seus objetivos e fazer mais.

Deixe-me saber se isso soa familiar. Você trabalha duro o dia todo para atingir seus objetivos. Durante seus momentos de concentração, há solicitações de outras pessoas e demandas de distrações externas em seu tempo. Você começa cada dia com uma lista de tarefas que deseja realizar. Quando chega ao fim do dia, você não concluiu o que queria. Se você fosse analisar seu tempo, veria que a razão é que está constantemente sendo distraído."

 

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A adoração mesquinha podre e ruim do trabalho



 

"Você pode pensar que a COVID teria mudado as coisas para nós, com mais pessoas trabalhando em casa e reavaliando suas prioridades. Mas estudos de maio de 2021 sugerem que estamos colocando em média 9,2 horas semanais de trabalho não remunerado . Isso representa 7,3% no ano anterior. Na verdade, perder a fronteira entre “no trabalho” e “em casa” faz parte do aumento. Uma reunião extra do Zoom quando você estava voltando para casa ou mensagens no Slack, WhatsApp e Gchat proliferam com e-mails fora do expediente. Está literalmente nos matando.

Por que fazemos isso, então? Em 2014, o New Yorker chamou a devoção ao trabalho de um culto - e que seus devotos obtêm um senso de propósito e até mesmo entusiasmo com a prática:

'Nós glorificamos o estilo de vida, e o estilo de vida é: você respira algo, dorme com algo, você acorda e trabalha nisso o dia todo.' ( Anat Lechner, professor associado clínico de administração da Universidade de Nova York)

Mas nós realmente nos gloriamos nesse abuso? Ou é algo embutido nos sistemas dos quais fazemos parte?"

 

 

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Celebrar é importante. Avançar é urgente



 

"Quando olhamos para os números vindos de pesquisas sobre diversidade e inclusão, temos algo a comemorar. Avançamos nas discussões e avançamos em algumas práticas. Recrutamos mais pessoas diversas – mulheres, negras, LGBTQIA , etc –, criamos cargos de liderança para cuidar do assunto, desenhamos e executamos programas, desenvolvemos e conquistamos premiações. 

No entanto, para além dos aplausos e dos troféus, dos cases e indicadores, me pergunto: estamos realmente nos importando com essas pessoas? Sabemos como elas se sentem e como estão? Quem são elas? Quais são suas histórias enquanto indivíduos, para além do que representam?”

 

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Cinco estratégias de trabalho em tempo parcial bem-sucedido



"A maioria dos profissionais começa a trabalhar meio período para criar soluções em suas vidas. Eles têm filhos pequenos, querem obter MBAs, precisam cuidar de pais idosos. Com muita frequência, porém, o trabalho em meio período cria tantos problemas quanto soluciona. Na melhor das hipóteses, muitos funcionários em tempo parcial acabam trabalhando mais horas do que pretendiam. Na pior das hipóteses, eles vêem sua importância para suas organizações desaparecer lentamente, mas com segurança. Agora, porém, depois de duas gerações terem lutado contra tais arranjos, alguns profissionais de meio período encontraram estratégias que estão dando certo.”

 

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Certifique-se de que os esforços de requalificação da sua empresa valham a pena



 

"À medida que a automação e a IA crescem cada vez mais no mundo corporativo, muitas empresas estão aumentando seus investimentos na construção de habilidades de todos os tipos: requalificação, requalificação e até mesmo "qualificação superior" - onde os empregadores treinam os funcionários que estão sendo demitidos para ajudá-los a obter seus próximo trabalho. 

Alguns desses investimentos ajudam os trabalhadores a adotar novas ferramentas para acelerar partes de seus trabalhos. Outros visam preencher vagas abertas dentro da empresa, abordando o paradoxo em que a automação e a IA causam o desaparecimento de empregos em uma parte da empresa, mas também causam uma escassez de mão de obra qualificada em outro lugar.”

 

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Por que vale a pena notar as emoções no local de trabalho?



"Alisa Yu ficou intrigada com o reconhecimento emocional ao entrevistar enfermeiras que trabalhavam na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Infantil Lucile Packard em Stanford. As enfermeiras disseram a ela que reconhecer verbalmente os medos e o estresse de seus jovens pacientes criava confiança, o que os capacitava a fazer seu trabalho com mais eficácia. 'A partir de então, comecei a ver reconhecimento emocional em todos os lugares', lembra Yu, um candidato a PhD em comportamento organizacional na Stanford Graduate School of Business.

Yu e seus co-autores argumentam que, em um ambiente de trabalho, um supervisor que mostra preocupação com o estado emocional dos outros está sinalizando uma vontade de se envolver em uma situação potencialmente confusa. “Um líder pode facilmente ver alguém em perigo e optar por ignorá-lo”, diz Yu. “Mas apenas um líder que realmente é benevolente e se preocupa com os funcionários se arriscaria a se envolver reconhecendo voluntariamente o funcionário em dificuldades. Assim, os funcionários podem interpretar isso como um sinal de que esse líder é alguém em quem podemos confiar seu bem-estar."
 

 

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Amor: força e pilar das transformações urgentes



"Junho é um mês repleto de eventos que celebram a diversidade, os nossos afetos e as nossas identidades plurais: é o mês do Orgulho LGBTQIA , com um dia dedicado aos amores. Queria poder dizer que decidi escrever aqui para compartilhar como práticas amorosas também são a tônica dos espaços corporativos. Foi a falta delas, no entanto, que me fez saber o quanto é importante falar de amor em espaços midiáticos, como nessa coluna.

Como executiva da área de pessoas, todos os dias escuto muitas histórias que ilustram a importância de voltarmos o nosso olhar e nossos ouvidos para esse tema. Seguindo, portanto, o caminho inverso dos textos que celebram o amor no mês de junho, peço licença para abrir parênteses aqui. Vou contar histórias de desamor, para que, frente a elas, saibamos identificar a necessidade do amor enquanto força e prática que nos conduz rumo às mudanças que queremos promover em nosso entorno.”

 

 

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5 maneiras de manter a resiliência e se destacar



"A ruptura pode fazer ou quebrar uma organização. Ele pode paralisar processos e operações, eliminando vendas, lucros e anos de estabilidade conquistada a duras penas. No ano passado, vimos falências, licenças e resgates em grande escala; para não mencionar o trauma pessoal e a incerteza quanto ao que o futuro reserva.

Mas a interrupção também pode ser uma oportunidade de crescimento e novas descobertas. Em tempos difíceis, somos forçados a nos concentrar novamente em nossa competência e visão essenciais, impulsionar a lealdade do cliente, agregar valor visivelmente, ajustar as operações para velocidade, agilidade e custo e ser criativos na entrega de serviços exemplares enquanto gerenciamos o fluxo de caixa.

Em tempos de incerteza, os líderes eficazes antecipam a ruptura e permanecem comprometidos com seus objetivos, enquanto constroem novos modelos de negócios inovadores. Permanecer comprometido com a excelência exige que você.”
 

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A jornada do sexo antifrágil nas empresas de dono



 

 

"O contexto desse artigo é o ecossistema de empresas e famílias e tem como objetivo homenagear as mulheres que inspiraram as duas últimas gerações. 

Na retrospectiva da fundação e construção dos negócios, mulheres tinham um lugar coadjuvante onde representavam papéis sociais ou informais. Facilitavam a fluidez de comunicação, relacionamentos e a resolução de conflitos. Proporcionavam um bom ambiente para as decisões do chefe da família, participavam de festas de homenagem aos funcionários da empresa e atuavam como conselheiras informais dos maridos no crescimento dos negócios.

De uma forma ou de outra, nós mulheres sempre representamos o meio, o processo, um canal que torna possível ou facilita, um evento. Dos tempos de casamentos arranjados por interesses à produção de herdeiros, sem nós mulheres, nada acontecia. Entretanto, não havia a dimensão, tampouco o reconhecimento da importância deste papel.”
 

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Como cuidar da saúde emocional e mental dos executivos na pandemia?



Conversando recentemente com algumas lideranças, percebi que a maioria dos executivos sofre da síndrome da agenda lotada, um dos principais dilemas do mundo corporativo. Isso acontece porque os gestores estão sobrecarregados de tarefas e reuniões ao longo do dia, o que faz com que eles tenham cada vez mais dificuldade em resolver o que de fato importa na rotina de trabalho. 

Para agravar ainda mais esse cenário, tivemos que aprender a lidar com os impactos causados pelo novo coronavírus. O estudo “One Year of Covid-19”, realizado pela Ipsos para o Fórum Econômico Mundial, com 30 países, apontou que 53% das pessoas entrevistadas no Brasil acreditam que sua saúde mental mudou para pior desde o início da pandemia de Covid-19. Os resultados da pesquisa colocam o país em quinto lugar no ranking das nações que mais têm sentido as consequências da pandemia em seu bem-estar emocional. 

Essa realidade é extremamente preocupante e demanda um olhar mais atento, principalmente, para a saúde mental e emocional dos executivos, que são profissionais treinados para trabalhar sob pressão. Dentro do contexto corporativo, é importante destacar que estamos falando de um ambiente predominantemente masculino e, por isso, alguns estereótipos atrelados aos homens ficam ainda mais em evidência, como a falta de espaço para mostrar sinais de fraqueza.

Se você olhar para o sistema organizacional ou familiar, é possível identificar a figura do pai e a figura da mãe. A primeira representa carreira e força, e a segunda, prosperidade e dinheiro. Tais aspectos podem andar juntos ou não, mas essa é uma linguagem subliminar mental e emocional que os executivos ainda não se permitem, porque acreditam que dessa forma vão demonstrar sua vulnerabilidade. Ou melhor: sua qualidade de ser humano. 

 

A importância do desenvolvimento humano

John Naisbitt, escritor e especialista em previsão de tendências globais, alerta que a tecnologia não será responsável por trazer os avanços mais emocionantes deste século, mas sim a expansão do que significa ser humano. Portanto, se preparar para esse novo cenário é fundamental, porque são as habilidades essencialmente humanas que vão fazer a diferença e criar valor para as organizações.

Isso quer dizer que antes de ser um executivo, você é um ser humano, com necessidades físicas, mentais e emocionais. Por isso, é preciso parar, se reorganizar, revisitar valores e, principalmente, se permitir. Caso contrário, não há como aguentar por muito tempo o que a pandemia impôs ao longo do último ano. 

Um executivo com a saúde mental em dia, além de conseguir estender sua vida corporativa, é capaz de encontrar prazer e felicidade no dia a dia e de manter relações sociais saudáveis. O desafio agora não é apenas ter que lidar com o trabalho a distância, mas encontrar os recursos necessários para se adequar às mudanças causadas pela pandemia e equilibrar a vida pessoal e profissional. 

O primeiro exercício a ser feito é olhar para a trajetória de sua carreira, analisar tudo o que teve que abrir mão para chegar aonde está agora e, em seguida, ponderar se valeu a pena ou não. É preciso parar para pensar como quer chegar na longevidade e entender que o mundo corporativo não é como antigamente, e que ainda é possível se reorganizar enquanto executivo.

O segundo exercício é analisar a própria liderança. Essa etapa é muito importante porque uma pessoa que está bem física, mental e emocionalmente comanda uma equipe de forma muito mais saudável. Assim, o time produz melhor e o resultado vem facilmente. Para resolver os problemas de trabalho de um jeito mais leve, é necessário esvaziar seu dial mental. Os que ainda não despertaram para esse novo mindset precisam se libertar da culpa. Você pode e deve começar a dar os primeiros passos.

 

O apoio das empresas na promoção da saúde mental

Em paralelo, as empresas começaram a observar que processos e resultados vêm de pessoas, que por sua vez são seres humanos distintos uns dos outros e precisam de estímulos diferentes, sejam eles visuais, auditivos ou sensitivos. Por isso, o debate sobre saúde mental está cada vez mais em pauta no ambiente corporativo. As companhias compreenderam que é preciso se comprometer com a construção de uma cultura organizacional voltada para o desenvolvimento humano e a promoção de saúde psíquica no contexto do trabalho. 

 O executivo também precisa entender que a empresa não vai parar ou falir se ele der algumas pausas durante o dia. Na verdade, o primeiro a ser prejudicado com a falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional é ele mesmo, que perde tempo de vida ao não olhar para si como um ser humano que tem necessidades. Isso aumenta o estresse, a irritabilidade, o cansaço e a inércia. 

O segundo ponto a ser destacado é que o executivo também perde a convivência familiar de qualidade. Essa realidade torna o trabalho maçante, reduz a produtividade e interfere automaticamente nos resultados da empresa. 

Neste momento, percebo que alguns líderes estão adotando um olhar diferente em relação a essas questões. Isso oxigena o cérebro e traz criatividade. O nosso corpo é uma máquina que precisa ser calibrada, e a manutenção deve ser feita no dia a dia. Ou seja, para você chegar à maturidade e conseguir passar por ela, só vale a pena se for de mente, corpo e alma sãos. 

Por fim, compartilho uma frase que costumo falar com frequência para o meu filho: eu me coloco em primeiro lugar. Tudo o que faço é para mim e, se eu não estiver bem, todo o resto vai colapsar. Isso quer dizer que é possível equilibrar vida pessoal e profissional, mas exige uma mudança grande de mentalidade e rotina. 

 Está mais do que na hora de os líderes liberarem espaço em suas agendas para o que realmente importa. Afinal de contas, toda mudança começa por você. Por isso, pare e preste atenção no ser humano em que se transformou e perceba se ele é realmente o que você gostaria de ser. Sempre há tempo para desenvolver novas habilidades e mudar de vida. Permita-se! 

 

 

 

 

Wal Ruiz

 

Especialista em comunicação organizacional


A arte de promover pessoas



"Todos nós sabemos que promover uma pessoa para uma posição de liderança é um assunto supercrítico em qualquer organização. Entretanto, uma pesquisa da McKinsey mostra que 24 meses após a transição de cada pessoa, é possível identificar que o mundo não sabe executar esse processo nada bem."
 

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5 hábitos de famílias prontas para interrupções



"Para lidar com as crescentes vulnerabilidades desse ambiente turbulento, as famílias de negócios devem preparar não apenas seus negócios, mas também suas famílias para a ruptura. Os cinco hábitos abaixo oferecem um plano para as famílias se prepararem de forma inteligente e proativa.

Antes exclusiva para os militares, a sigla VUCA garantiu uma posição sólida no mundo dos negócios, onde as empresas devem navegar em ambientes cada vez mais voláteis, incertos, complexos e ambíguos. Hoje, as mudanças são rápidas, os problemas são multifacetados e a previsibilidade é, em geral, uma garantia do passado.

Para as famílias de negócios, esse novo cenário apresenta um desafio existencial às formas tradicionais de fazer negócios - de possuir e liderar suas empresas, construindo a lealdade do consumidor, retendo talentos, investindo e planejando a longo prazo. O ambiente VUCA está exigindo um novo tipo de propriedade e liderança entre as empresas familiares."

 

 

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Não há problema em dar um passo para trás



“Há momentos em que você só precisa dar um passo para trás. Tire algum tempo para limpar a desordem mental e todas as outras porcarias que chacoalham em sua cabeça. 

Não somos máquinas. Nós não somos robôs para continuar correndo 24/7 sem descanso adequado. Então, por que achamos que podemos trabalhar assim? Até mesmo robôs e máquinas precisam de cuidados e manutenção regularmente programados. No entanto, há um problema: Com máquinas e robôs, há alguém lá, geralmente um mecânico ou engenheiro, que pode reconhecer possíveis problemas à frente lendo dados ou examinando a saída atual. Você nunca ouviu uma máquina dizendo “Mas não posso parar agora! Tenho muito a produzir hoje”, isso seria assustador.”
 

 

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Comunicação no ambiente de trabalho



"Uma frase conhecida no jornalismo diz que a versão importa mais que o fato. A conversa em torno de um ocorrido costuma ecoar em proporção maior que o evento e quando se trata de algo polêmico, a distância aumentará. Basta um grupo, um fato e a linguagem para ocorrer, como observamos nos cafés ou corredores dos ambientes corporativos.

O ser humano é curioso e tem seu comportamento alterado em grupo, sendo capaz de atitudes diversas das realizadas individualmente. Os textos freudianos de psicologia social abordaram essa diferença comportamental do grupo e o poder do líder que o rege. O ensaio “Psicologia das massas e análise do eu”(*), escrito entreguerras (1921) observando o crescimento do nazismo e do fascismo, discute um enfraquecimento das responsabilidades individuais diante de um senso de universalidade do comportamento que influenciaria o coletivo."

 

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Qual a mudança que a sua caneta alcança?



“Dois universos estão sendo drasticamente desafiados a mudar: o planeta que chamamos Terra, com toda a sua complexidade, e o seu mundo aí, das suas ideias e ações. Quando converso com lideranças de organizações sobre novas habilidades, competências e decisões que precisam responder aos desafios da nossa época, percebo que a maioria conhece quais são os desafios, mas não tem tempo de refletir sobre eles ou temem que tudo seja muito maior do que possam dar conta.

Por esses motivos, algumas lideranças se rendem à armadilha de falar sobre mudanças, sem assumir a necessidade de mudar. Para escapar desse perigo, recorro à poesia de Sérgio Vaz: revolucionário é todo aquele que quer mudar o mundo e tem a coragem de começar por si mesmo.

Devemos hierarquizar de maneira simplista ou compreender a complexidade? Trabalhar nas partes isoladamente, como bem nos ensina Egar Morin, não melhora o todo e frequentemente o prejudica.”
 

 

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Impactos do Século XXI nas Famílias Empresárias



 

“O aumento nos índices de longevidade, especialmente dos empreendedores/fundadores, vem provocando fortes dilemas e novos desafios para estas pessoas sobre o momento adequado para encaminhar sua sucessão na liderança do negócio que criaram.
Um fundador, que por volta dos 80 anos de idade, ainda demonstra capacidade e energia para sentir-se em condições de continuar à frente dos negócios, nem sempre percebe de que sua “criatura” – a empresa – está se tornando maior e mais complexa que o seu “criador”.
Por outro lado seus descendentes já estão num avançado período de idade adulta, e na busca de espaço para seus sonhos e aspirações de realização, tanto pessoal como profissional.”

 

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O que são habilidades de adaptabilidade e como atualizar as suas



“Existe um segredo para o sucesso que ninguém fala pelo nome - é o poder da adaptabilidade. E quando você descobrir como atualizar o seu, aí está sua grandeza. Então, o que são habilidades de adaptabilidade e como você atualiza as suas?
A adaptabilidade é um reflexo de sua confiança, presença e vontade de crescer e perseverar”

 

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Mulheres. nós somos a alma e a força das empresas. o bônus é nosso. não duvidem!



A sempre oportuna discussão sobre equidade de gênero, principalmente no ambiente de trabalho, voltou com força às redes socias na última semana, após a jornalista Renata Vasconcelos dar uma boa resposta em rede nacional a um dos candidatos à Presidência da República. A mulher é constantemente colocada à sombra dos homens, em casa ou no ambiente de trabalho e algumas vezes, pasmem, quem comete o ato misógino são outras mulheres que escolhem se comportar de forma hostil para defender o "seu próprio espaço", esquecendo que o algoz não é a outra mulher.

 

 

A essência de tudo começa em nós mulheres. Somos nós que temos a capacidade de gerar outra vida. E quem como nós tem esse poder, tem imponderavelmente a força ao seu lado para o que quer que seja. E para explicar melhor o meu pensamento resolvi dar uma volta ao passado.

 

 

Chefe inseguro, quem nunca? Pois é, eu tive alguns. Porém, um, ou melhor uma, se destaca na minha carreira. Na época exercia a função de atendimento em uma Top Five de PR e era praticamente recém-casada com um jovem e promissor executivo. Mas você deve estar se perguntando o que tem a ver o meu estado civil. Guarde esta informação que voltaremos mais tarde nisso.

 

 

Pois bem, num dado dia ao adentrar a copa para tomar o meu habitual cafezinho matutino, minha chefe liderava, animadamente, uma conversa com outras coordenadoras e quando percebeu a minha chegada, mudou o rumo da prosa, falando, em alto e bom tom, só para me provocar: "Essas mulheres casadas com executivos que viajam demais, deviam viver de mala feita e preparadas para cuidar melhor do marido, ao invés de ocuparem um lugar no mercado de trabalho". Pensei por alguns momentos em simplesmente sair dali com o meu cafezinho na mão, mas foram somente alguns segundos para eu mudar de ideia e resolver fazer parte do divertido bate-papo.

 

 

Na ocasião apenas respondi que eu era essa mulher do exemplo segura e autoconfiante o suficiente para cuidar do meu marido, de outras maneiras, e que as constantes viagens nada mais eram do que um elemento que ajudava a apimentar a rotina do casamento. Além disso, eu ainda me considerava uma boa profissional. Claro que depois dessa agradável conversa, após uma semana estava eu sentada na sala do dono da agência que não sabia nem ao certo como e o porquê, mas me desligou. Fiquei bastante chateada, mas é vida que segue.

 

 

Há 10 anos resolvi empreender e desde então venho colecionando cases de sucesso na WR. Meu marido, olha ele aí de volta, tornou-se um executivo com sólida carreira na área financeira de multinacionais. E quanto a ex-chefe, o que foi feito dela? A última informação que obtive foi a de que após tentar carreira solo, voltou a pedir emprego de atendimento na tal Top Five de PR.

 

 

Mas a minha verdadeira intenção ao expor esta passagem de minha vida foi a de ilustrar o que diz o velho ditado - que por trás de um grande homem sempre há uma grande mulher. Isso mesmo, nós mulheres e esposas temos a força incondicional de superar todos os desafios, para que nossos homens caminhem resolutamente rumo ao sucesso. E claro fazemos isso sem nos deixar de lado, pois somos mulheres, mães, filhas, irmãs, profissionais, empresárias, empreendedoras e esposas e ainda temos ao nosso lado a amabilidade do suposto sexo frágil.

 

 

Por isso, nós podemos ser o que sonhamos ser. Sim, é bem verdade que na maioria das companhias a liderança é masculina, mas a alma das empresas é feminina. Isso mesmo!!! Quem ao final de um dia de trabalho exaustivo - sim porque nós mulheres fortes também trabalhamos, seja interna ou externamente - tem a capacidade de ouvir e acalentar seus maridos? Somos nós, as esposas. Não fosse por nosso grande talento em superação, a maioria desses líderes não teriam a tranquilidade necessária para exercerem suas rotinas diárias.

 

 

Por isso, não sou menos que o meu marido. Ambos crescemos. Claro cada um ao seu jeito. Mas eu aqui em casa tenho a certeza renovada a cada dia, a cada final de mês, a cada final de quarter, a cada final de budget ou em todos os bônus recebidos, que o alicerce para a conquista disso tudo fui eu. Então, acredito piamente, que nós mulheres além de todas as nossas atribuições, temos sim que acompanhar nossos maridos nessa jornada corporativa, não como a mulher de mala a tira colo, mas como a fortaleza que está pronta para absorver qualquer impacto, seja positivo ou negativo.

 

 

Wal Ruiz

 

Especialista em comunicação organizacional


Nem sempre falamos o que queríamos dizer



Quem nunca causou um mal estar ou se viu num mal estar por conta de uma comunicação mal sucedida? Palavras quando saem de nossa boca de maneira desordenada ou quando falamos sem pensar, normalmente atingimos o alvo da pior maneira possível. E, quem fala esquece, mas quem ouve não. Seja na vida profissional ou pessoal a comunicação ou a falta dela é; um dos elementos que mais tem contribuído para que os relacionamentos se tornem cada vez mais complexos e desafiadores.

 

 

Vamos aqui nos ater aos relacionamentos no ambiente corporativo. Nele a comunicação nunca esteve tão em alta como agora. Além das habilidades técnicas e gerenciais, a comunicação tem sido valorizada por gestores de RH e headhunters como um dos maiores diferenciais competitivos. Não basta saber se "vender" no momento da entrevista, é; preciso muito mais. É necessário que o seu futuro empregador tenha a certeza de que você esté apto a mais do que sair de situações truncadas por falta de um bom diálogo, a não se deixar entrar e, sobretudo, saber evitá-las.

 

 

Diariamente somos submetidos a uma rotina extremamente agitada e vivemos numa constante pressão para atingir metas e resultados avassaladores que acabamos esquecendo que antes de falar devemos ouvir. Não praticamos mais a empatia e aprendemos que para sermos ouvidos temos que polarizar toda e qualquer discussão.

 

 

Foi exatamente este cenário que levou a área de acesso de uma grande farmacêutica a procurar a WR. No briefing o diretor nos disse que seus gerentes não se entendiam entre si e muito menos conquistavam a audiência dos demais departamentos da empresa. Segundo ele era uma verdadeira torre de babel. Nesse contexto recomendamos um de nossos treinamentos "Comunicação de Liderança: como desenvolver um diálogo eficiente e eficaz".

 

 

Através dos recursos do media training, é possível que o participante observe a si mesmo.

 

 

Na WR esse workshop - com duração entre 6 a 8 horas com no máximo seis participantes por grupo - É dividido em teoria e prática. Sem ser acadêmico ou impor regras mirabolantes apresentamos os passos que colaboram para uma boa conversa. Acreditamos que o ato de se comunicar bem começa com a habilidade de praticarmos a escutatória. Saber ouvir, sentir o outro e o ambiente é de cara o primeiro gol para iniciarmos o diálogo. Depois disso temos que coordenar nossas ideias e para isso é importante colocar no papel as principais informações, isso auxilia na estruturação do raciocínio lógico. Somente após esses dois importantes passos, que normalmente queimamos na largada, é que se inicia a fala propriamente dita, quando então, devemos lançar mão, por exemplo, de ritmo e de tom de voz adequados. E finalmente, porém, não menos importante, devemos observar atentamente a forma como nos expressamos e apresentamos. Não esqueça, podemos expressar agressividade com um simples movimento de mãos ou olhar.

 

 

Até aqui parece fácil, não é? Ouvir, pensar, falar e expressar, simples assim, certo? Errado. Se você é um daqueles que pensa que sabe fazer isso tudo com maestria, eu te digo que a maioria de nós não sabe e, por isso, não raro nos colocamos em situações desnecessárias, justamente pela inabilidade que temos ao nos expressar.

 

 

Para essas pessoas é que digo que sempre costuma funcionar muito bem quando elas se deparam com suas imagens na telinha e tomam contato, muitas vezes pela primeira vez, com as dificuldades nunca antes percebidas. Criamos cases personalizados, levando em conta o temperamento do participante e possíveis situações de crise que estejam envolvidas em sua rotina. Disparamos o gatilho emocional do participante, todos nós temos um. Pronto. Temos os ingredientes necessários para que a auto avaliação ocorra, mesmo antes de juntos assistirmos ao vídeo e pontuarmos seu desempenho na comunicação.

 

 

Particularmente este é o momento que mais gosto. Quando as fichas começam a cair. É incrível como tomar contato consigo mesmo faz com que a percepção de que é necessário evoluir fica mais latente.

 

 

Outro momento que torna o treinamento bastante esclarecedor é quando por meio de recursos lúdicos, aliados a pressão do tempo, proporcionamos experiências que contribuem positivamente para que cada participante tome contato com seu interior particular e por conta própria descobre que o ato de se comunicar requer algum treino, além de simples habilidades.

 

 

Ficou curioso sobre como realizamos o nosso treinamento? Então vem para a WR e experimente como a comunicação é um aprendizado constante. E sobretudo, compreenda que ao falar em público, menos sempre é mais.

 

 

Wal Ruiz

 

Fundadora e Diretora Executiva na WR Estratégica


Bons tempos aqueles que a revista Veja colocava matérias de saúde na capa



A idade não revela somente cabelos brancos, baixa produção de colágeno e queda hormonal. Ela traz consigo a inerente experiência de quem, ao longo da carreira, construiu resultados inesquecíveis. Hoje vou compartilhar com vocês mais uma de minhas façanhas profissionais. Isso foi lá em 2003, quando atendia a farmacêutica Novartis e, definitivamente, me apaixonei pela área de saúde. Eu era a responsável pelo atendimento de todas as unidades de negócios no Brasil, além das áreas institucional e corporativa. Mas uma das BUs (business units) me encantou, a de Oncologia. Foi juntamente com o head da área, Roberto Alvarenga, que traçamos a ousada estratégia de assessoria de imprensa que culminou na publicação da matéria Adeus Quimioterapia na capa na revista Veja, em 2003.

 

 

A nossa empreitada na época era divulgar dois grandes medicamentos: o GLIVEC e o FEMARA. O primeiro para tratar a leucemia mielóide crônica e o segundo, câncer de mama. Glivec era o primeiro medicamento para o tratamento do câncer que atuava somente atacando as células doentes enquanto que Femara vinha como uma luz no fim do tratamento com tamoxifeno, outra conhecida droga que devido aos grandes efeitos colaterais, tem limitado período de uso e Femara através de um estudo, comprovou-se eficiente e eficaz para a continuidade do tratamento do câncer de mama, pós tamoxifeno. Eram duas notícias que traziam uma réstia de esperança para inúmeros pacientes com câncer, no Brasil e no mundo.

 

 

Voltemos à estratégia. Nossa aposta foi a de convidar a editora de saúde da Veja para participar de um dos maiores congressos de oncologia do mundo e nele a Novartis estava divulgando informações sobre suas drogas que viriam a revolucionar a busca por melhor qualidade de vida e sobrevida aos pacientes com câncer. Após idas e vindas, veio então a resposta positiva. A revista aceitou viajar a convite da Novartis.

 

 

Mas para que isso fosse possível, é preciso retroceder cerca de 6 a 8 meses. Tudo começou na reunião de briefing para 2003 com todos os diretores das BUs, quando iniciamos a primeira grande negociação. Tivemos que convencer a todos que a área de oncologia naquele ano era a que tinha as melhores notícias e que, portanto, o que estava em jogo não era esta ou aquela unidade de negócio, mas sim o corporativo, a Novartis. Vaidades à parte, após muita discussão, concordaram. E lá fui eu iniciar os contatos com a Veja.

 

 

Como de costume o start aconteceu com uma ligação telefônica seguido de envio de email com um convite para um almoço de aproximação. Após isso, ocorreu o envio de muitas informações privilegiadas e exclusivas como forma de fomentar o relacionamento. E claro contando com o Roberto sempre a postos para os esclarecimentos e questionamentos da revista e seus jornalistas. E assim se sucedeu até o momento do embarque para os Estados Unidos, país que sediaria o congresso. Alvarenga pessoalmente acompanhou a jornalista que também foi conhecer as instalações da Novartis naquele país. Na volta foram nem sei quantas ligações e checagens de informações. E finalmente matéria publicada.

 

 

Se junta a esse case não só a matéria de Veja, mas também uma matéria no JN em que o próprio Bonner na chamada, numa atitude absolutamente inédita na TV Globo, cita o nome comercial do medicamento, o Femara. Para essa conquista em associação o caminho percorrido foi o alinhamento com a área de comunicação da matriz farmacêutica suíça e assim que o resultado do estudo de Femara foi divulgado internacionalmente, realizei o contato com o produtor do JN aqui em São Paulo. O Marcos Aidar, um querido até hoje, me garantiu que a informação era boa e que subiu para a finalização no Rio de Janeiro e que mais do que isso não poderia me confirmar nada. Expectativas a milhão e ainda por cima tinha que segurar a ansiedade do cliente que também estava prá lá de Bagdá. Nunca fui tão feliz assistindo ao JN quanto naquela noite. Bingo a matéria havia sido aprovada pela produção do Rio e foi ao ar com imagens do internacional e citações da empresa no Brasil. Depois disso, choveu jornalista ligando querendo dar a matéria em seus veículos, e foram tantas réplicas que já nem me lembro mais.

 

Mas o que foi mesmo impossível de se esquecer foi o prêmio que a BU de Oncologia Brasil ganhou, o PR of the World que carinhosamente Roberto Alvarenga compartilhou comigo. Para mim foi o reconhecimento da matriz de uma multinacional que nomeou como excepcionais os resultados de divulgação ou de PR (public relations) como gostam de chamar, da área de oncologia daquele ano.

 

Guardo até hoje este case como fruto de um trabalho bem sucedido e em parceria com o cliente. Pois é como costumo dizer, quando o cliente confia no feeling do assessor de imprensa e entende que ambos trabalham pela mesma causa, o resultado quase sempre é vencedor.

 

 

Obrigada Roberto pelo engajamento e cumplicidade naquela época, sem isso não teríamos chegado lá. E por falar em Roberto, perdemos o contato direto quando ambos fomos em direções diferentes, mas como este mundo é muito pequeno, anos após o reencontrei em um evento no WTC. Agora eu já estava à frente da WR e ele por sua vez como Presidente Latam da BIOTRONIK. Bastou um reencontro para que as lembranças bem sucedidas do passado voltassem e ele me convidou para ajudá-lo na condução da Comunicação Externa e Interna da BIOTRONIK que eu aceitei prontamente o desafio e há três anos vem fazendo parte de nossa carteira de clientes.

 

 

Compartilho com vocês o depoimento que Roberto nos deu por ocasião da repaginação do novo site da WR.

 

 

"Considero comunicação um dos importantes pilares estratégicos de uma empresa, pois grande parte dos problemas corporativos (e porque não pessoais?) que hoje enfrentamos, advém de uma má comunicação interna (entre e para colaboradores) e externa. Para isso, a escolha de uma agência de comunicação que entenda nossas necessidades e proativamente procure soluções inovadoras, é fundamental para minimizarmos estes problemas e, por isso, trabalhamos com a WR- uma agência "boutique", onde falamos diretamente com os sócios e pessoas que nos atendem prontamente e de maneira individualizada. Recomendo a WR para aquelas empresas que visam um atendimento personalizado e focado em desenvolver um programa de comunicação estratégica para sua empresa."

 

 

Wal Ruiz

Fundadora e Diretora Executiva na WR Estratégica


Nos bastidores do incrível mundo do chocolate



O chocolate exerce certo fascínio sobre quase todos nós, relés mortais. E não só nos humanos, mas também nos anjos, como preconiza o comercial do famoso bombom de pasta de avelã. Isso não é uma novidade, afinal o chocolate possui uma substância, o triptofano que serve como produto de base para a formação da serotonina, o conhecido "hormônio da felicidade" ou, simplesmente, denominado como serotonina - a química do amor. Quem já experimentou sabe: consumir um pedaço de chocolate melhora rapidamente o humor, pois o açúcar contido no chocolate estimula o pâncreas a produzir insulina e isso permite, entre outras coisas, que o triptofano alcance mais facilmente o cérebro, aumentando assim o nível de serotonina e deflagrando sensações de satisfação.

Então, essa é apenas uma das maravilhas que o incrível mundo do chocolate pode proporcionar. No caso da WR, essa iguaria que põe fim ao sucesso de qualquer dieta, trouxe muito além de um prazer momentâneo, proporcionou a sólida conquista de resultados de imprensa que alcançaram a casa das mais de 14 mil matérias publicadas ao longo de 10 anos, em nobres veículos de comunicação como Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Veja São Paulo, Exame, Época, Jornal Nacional da TV Globo, O Globo, Valor Econômico e muito mais. Matérias que minuciosamente e estrategicamente foram construídas para agregar valor à reputação de marcas como Kopenhagen, Chocolates Brasil Cacau e Lindt, todas pertencentes ao Grupo CRM de Celso Ricardo de Moraes e sua filha Renata Moraes Vichi.

Para a WR chocolate vai muito além da comidinha gostosa. Trata-se de um valioso setor varejista da economia que com muito respeito, amor e paixão, aprendemos a admirar e, mais do que isso, a trabalhar com ele. Aliás, para mim esses quatro elementos: RESPEITO - AMOR - PAIXÃO - ADMIRAÇÃO são os que me regem e me fazem acordar todos os dias para a conquista de resultados surpreendentes para os clientes da agência.

Assim, nada mais natural que homenagear o Dia Mundial do Chocolate, que se comemora neste dia 7 de julho, aproveito a data para compartilhar uma das muitas histórias de bastidores de assessoria de imprensa da WR na busca pelo melhor resultado que, capitaneado diretamente por mim, culminou em uma capa da Vejinha às vésperas da Páscoa do ano de 2010.

Mas para chegar nessa capa, é preciso retroceder exatamente nove meses, tempo que foi necessário para o árduo plantio e farta colheita. Tudo começou em uma reunião de briefing, aproximadamente em maio, praticamente um mês após a apresentação dos resultados de Páscoa do ano de 2009. Quando Renata, a vice-presidente do Grupo CRM, lançou o desafio: os nossos resultados são de fato surpreendentes, mas para a Páscoa do ano que vem quero algo que realmente me surpreenda. Desse momento em diante, comecei a montar toda a trajetória da marca Kopenhagen e da recém-lançada Chocolates Brasil Cacau. Adicionei a essa mistura, que por si só já era encantadora, a própria trajetória de sucesso de Renata, que aos 16 anos, em 1997, entrou para a equipe do departamento de marketing da Kopenhagen, na época recém- comprada por seu pai. Sua missão era ajudar a alavancar a marca, que, embora já fosse a mais tradicional do país, havia padecido nas mãos de uma administração familiar sem fôlego para fazê-la crescer.

Pronto, a receita estava completa. Tínhamos na mão o que em assessoria de imprensa costumamos chamar de "sugestão de pauta". Estava tudo muito consistente, tinha história, fatos, números de uma década, lançamentos de produtos memoráveis e, claro, o charme da Kopenhagen.

Definimos como nosso alvo a revista Veja S.Paulo e fomos prá cima dela. Primeiramente nem me lembro mais de quantos telefonemas fiz ou quantos e-mails encaminhei para a editora da revista, que após muita insistência e perseverança, resolveu aceitar o meu convite para um almoço de goodwill com Renata Moraes. Foi um almoço bastante amistoso no Figueira Rubaiyat, da Haddock Lobo, com a editora, que me desculpe o lapso de memória, mas não me lembro do nome e sua jovem e agradável repórter, Giuliana Bergamo, que mais tarde seria a responsável por assinar tal matéria.

Após esse encontro foi dada a largada. Passamos rigorosamente a alimentar, de fato, essas jornalistas com informações das marcas que fizemos questão de dissociar do envio de produtos. Para tal, criamos um cronograma com datas importantes para as marcas, para a revista e também para a editora e repórter. Mais do que isso, elaboramos uma campanha que carinhosamente batizamos "Chegou a hora mais gostosa do dia!" e, sob esse jargão e com o envio das deliciosas guloseimas, estabelecemos um relacionamento que nos levou a uma das maiores conquistas da WR.

A essa altura já estávamos em janeiro de 2010 e nada de uma notícia mais promissora por parte da Vejinha. Quando então num belo dia ao chegar à WR recebo o recado de que Giuliana da Vejinha havia me ligado. Num misto de ansiedade e alegria retorno a ligação e a repórter de maneira pragmática me diz: vamos fazer a sua matéria, mas do nosso jeito. Eu respondo: que fantástico, mas o que exatamente você quis dizer com a expressão
'do nosso jeito". E neste momento eu ainda não sabia, mas um dos meus maiores desafios enquanto assessora de imprensa iria começar.

Com voz mansa e meiga, Giuliana me fala com todas as letras, vamos fazer uma matéria comparando as três maiores marcas de chocolate do varejo: Kopenhagen, Chocolates Brasil Cacau e Cacau Show - do arqui-inimigo, Alexandre Costa. E completa, mesmo que Renata queira declinar, a matéria já esta pautada para ser publicada na véspera da Páscoa. Não sabia se comemorava ou se chorava. Pois bem, lá fui eu dar a notícia para a Renata, que não teve a melhor das reações, mas comprou a briga e me deu carta branca para prosseguir com as negociações.

Bom, foram cerca de três entrevistas presenciais, sendo uma na fábrica do Grupo CRM, em Extrema. E era tanta informação que Giuliana demandava que nem mesmo eu, após quase 10 anos atendendo a marca sabia informar. Era foto prá lá, foto prá cá, de produto, da fábrica, enfim, mas nada de pautar foto da Renata. Questionei Giuliana, e a Renata não vai ter foto? Ela como sempre amável e firme, me fala que estavam decidindo como fazer. Quando então, finalmente nos chamou para a foto no estúdio.

Pronto, gelei! Corri para a Renata e disse: seremos capa da Vejinha às vésperas da Páscoa. Renata, ansiosamente respondeu: agora não temos mais nada a perder - espero - vamos em frente e seja o que Deus quiser. E juntas rimos muito.

E lá fomos nós para o estúdio, repletas de chocolates da Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau e na mala três looks diferentes como havia solicitado a produção da Vejinha. E a sessão de fotos se inicia. E para a minha estranheza havia um espaço demarcado no chão e o fotógrafo dá as orientações de que tipo de movimentação queria da Renata. Até aí quase tudo bem. Não fosse o fato de que trouxeram um ovo gigantesco, sem marca alguma e a fizeram segurar o laço.

Para tudo! Falei desesperada para o fotógrafo. O que é isso? Não fomos nem sequer consultadas. E comecei imediatamente a ligar no celular de Giuliana que chega ao estúdio e com toda a calma do mundo me informa. Decidimos que a capa será a Renata com o Alexandre. Como seria impossível fazer a foto com os dois juntos, a arte já montou a capa e assim será.

Renata que já havia chegado até aqui nessa empreitada, assinou o termo de autorização de uso de imagem e assim deu prosseguimento as fotos. Da sessão de fotos ao fechamento da matéria foram dois ou três dias - e noites também - interináveis. Ligações a cada momento para confirmar informações e revisar detalhes.

Finamente quando no fim da tarde daquela sexta, 26 de março, Giuliana me sinaliza que nosso exemplar de cortesia já estava à disposição. Foi a hora mais longa de minha vida, desde a ligação da repórter, até o motoboy chegar com a dita-cuja revista.

Para minha agradável surpresa a capa estava ótima, favorecendo em tudo a minha cliente. Ela na frente, puxando o laço do grande ovo, fazendo a menção de que ela puxa o mercado de varejo de chocolate. Dali para frente, somente boas percepções, matéria com mais de seis páginas, extremamente bem escritas, descreveram a trajetória de sucesso das marcas do Grupo CRM, sob a batuta de Renata Moraes Vichi.

Liguei para Renata, e foi a mais esfuziante que já havia feito para ela. Fomos bem sucedidas. Conseguimos um excelente resultado que tenho a certeza de que te surpreenderá muito além das expectativas.

Redigi um comunicado aos franqueados da Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau em primeira pessoa - em nome da Renata - nele ela agradecia pelos excelentes resultados de vendas de Páscoa até aquele momento e desejava que aquele ano fosse um estouro de Páscoa. Enviamos na própria sexta com uma imagem da matéria que se tonaria pública na manhã de sábado.

Por isso é com muito orgulho que costumo afirmar que Chocolate está no DNA da WR. Mais do que isso, chocolate um dia já correu pelas nossas veias. E nós por aqui estamos ávidas para que ele volte a correr em breve novamente.

Wal Ruiz
Fundadora e Diretora Executiva na WR Estratégica

Comunicação não é o que você fala, mas o que o outro entende



Como vão os resultados na sua empresa? Você termina o seu dia com a certeza de que sua equipe compreendeu exatamente o que foi decidido naquela reunião? Já teve a impressão de que seus colaboradores não falam a sua língua? Em certos momentos do dia parece que você está falando em grego e fica a certeza de que não ficou claro o que foi dito?

Pois é, a resposta para todos esses questionamentos pode estar na comunicação. Ou melhor, no estilo da sua comunicação com seus empregados. Ou seja, é como costuma dizer o jornalista Heródoto Barbeiro, a comunicação de liderança: não se dá pela boca, mas pela orelha. Não é o que você disse, mas o que o outro entendeu.

Até parece fácil falar, mas pensando pelo ângulo acima, a comunicação é o que mais tem emperrado os resultados em qualquer tipo de firma. E o porquê disso está numa simples razão: as pessoas são diferentes e necessitam de motivações diversas para se engajarem na sua causa.

Pare e pense um minuto. A sua comunicação está mais para fala que eu te escuto ou feito "A Hora do Brasil", você fala e ninguém te ouve?

É meu caro, não basta mais ser líder e saber planejar estratégias mirabolantes que irão dar nó na concorrência. Se a sua comunicação não falar na alma, no coração de seus empregados, você não chegará a lugar algum. Você é o único responsável por disseminar informações estratégicas para envolver e motivar o time. Portanto, lembre-se, alinhar prática e discurso faz a diferença na forma como o líder é visto pela equipe e se é ou não capaz de motivá-la e inspirá-la a trabalhar pela melhoria contínua. Peter Drucker afirma que devido à sua visibilidade, os líderes são vistos como exemplos a serem seguidos.

Para uma comunicação de liderança eficiente e eficaz, o líder tem de conhecer seus liderados e falar uma linguagem que os mobilize e para isso deve estar atento aos diferentes níveis de maturidade das pessoas e a que geração elas pertencem. Deve deslocar o foco da voz para o ouvido e praticar constantemente a empatia.

A boa comunicação é uma habilidade que deve e precisa ser estimulada e praticada entre as lideranças. Pois somente através dela é que o gestor consegue inovar, reter talentos, informar, motivar, integrar, engajar e capacitar. Não, não precisa ser um superman para ser um gestor de alta performance, precisa apenas ter coragem e sabedoria para compartilhar medos e desafios, além de mapear e valorizar as competências de seu time.
Para isso você precisa se tornar um dirigente que seja capaz de integrar as dimensões emocional e racional e assumir os riscos, então você será o executivo que o mundo empresarial de hoje exige.
Mas como enfrentar esse desafio e praticar uma comunicação assertiva e competente? Vem para a WR, aqui temos treinamentos feitos sob medida para aprimorar a sua comunicação com seus empregados. Aqui nós conhecemos os desafios da liderança e calçamos os sapatos dos liderados. Conte com a nossa ajuda!


Wal Ruiz
Fundadora e diretora executiva na WR Estratégica


Mocinho ou vilão, qual a verdadeira face do mundo corporativo? Você sabe?



Numa das várias conversas com meu marido sobre o mundo corporativo fiz esta pergunta e ele não soube me responder. Apenas me disse: taí agora você me pegou.

 

Nesses anos todos trabalhando com comunicação corporativa e sempre rodeada por executivos de marketing, recursos humanos e até mesmo presidentes, ouço de todos que as corporações são todas iguais. Colocam lindas e encantadoras algemas de ouro e em troca exigem dedicação plena e absoluta. É um mundo de faz de conta. De um lado empresas cada vez mais ávidas por resultado e, de outro, executivos correndo em busca de seus troféus, bônus, carrões, viagens e reconhecimento pelos seus feitos e conquistas.

 

 

Tudo isso até bem pouco tempo conviveu em harmonia. Entretanto, agora, em plena era da revolução da humanização do mundo corporativo e juntando-se a esse fenômeno a chegada ao mercado de trabalho da geração X e até mesmo de alguns millennials, alcançar ou mesmo bater as metas, tem sido o maior desafio para a liderança. Parece que mais do que nunca o velho ditado que diz que ninguém faz nada sozinho tem prevalecido. As velhas fórmulas já não se aplicam.

 

 

Agora para buscar resultados, a liderança precisa aprender conectar pessoas a propósitos e compreender que somente motivados, os liderados são capazes de contribuir para a construção de resultados perenes e sustentáveis. E assim, a vida desses gestores que já não era fácil, tornou-se ainda mais desafiadora. E nesse território árido, assim como em terra de cego quem tem um olho é rei, ter habilidades de comunicação é condição sine qua non para sobreviver.

 

 

Então é simples, se para ser líder deve-se ser um bom comunicador e comunicação é a habilidade mais antiga do ser humano, basta se comunicar com seus pares e liderados para que os resultados apareçam. Isso é simples na teoria, porém, nada fácil na prática, haja vista que a comunicação em excesso ou a falta dela tem sido uma das maiores queixas entre os colaboradores.

 

 

Não basta comunicar. A comunicação tem que ser efetiva, eficiente, eficaz. A comunicação de liderança deve ser persuasiva. Líderes devem dar o exemplo ao se comunicar e usar todos os seus sentidos. Afinal, comunicação não é só o que sai pela boca. Implica também na ênfase que damos ou não ao tom de voz, na gesticulação, na cor da roupa, na expressão do olhar, na escolha das palavras, no ambiente, no canal utilizado e, principalmente, para quem será a mensagem.

 

Pois é meu caro, se neste momento você é um dos muitos líderes que se encontram nessa situação, não hesite em lançar mão dessa poderosa ferramenta - a comunicação. Faça dela forte aliada na sua próxima conversa, seja com seus pares, seu chefe ou seus colaboradores. Aos poucos, você sentirá a diferença e notará que motivar um time para a conquista de um mesmo objetivo e conectar pessoas a propósitos não é tão desafiador assim.

 

 

Mas voltando a pergunta inicial, você chegou a alguma conclusão sobre mocinhos ou vilões? Me escreva, quero saber a sua opinião.

 

 

Wal Ruiz

Fundadora e Diretora Executiva na WR Estratégica


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